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Apenas 60 por cento das crianças dos EUA são vacinadas a tempo

Apenas 60 por cento das crianças dos EUA são vacinadas a tempo


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O não cumprimento das vacinas pode colocar as crianças em risco de doenças evitáveis ​​por vacinas em um momento em que são especialmente vulneráveis ​​a complicações decorrentes dessas doenças. Na verdade, o ressurgimento do sarampo e da tosse convulsa nos Estados Unidos nos últimos anos está relacionado em parte à recusa ou ao adiamento da vacinação de seus filhos pelos pais.

Pesquisadores da Emory University analisaram dados nacionais de vacinas de 2014 em mais de 15.000 crianças menores de 3 anos. Eles descobriram que pouco mais de 60 por cento das crianças haviam recebido as vacinas dentro do cronograma recomendado pelos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC).

A propósito, 23 por cento das crianças seguiram um esquema de vacinação "alternativo", pelo qual o número de vacinas que receberam por visita foi limitado, ou eles pularam pelo menos uma série de vacinas. Outros 14 por cento das crianças foram categorizadas como tendo seguido um cronograma "desconhecido" ou "inclassificável", o que significa que não seguiram as recomendações do CDC e podem não ter recebido nenhuma vacina, de acordo com o estudo publicado em Pediatria.

Este estudo não analisou por que algumas crianças não estão recebendo suas imunizações a tempo. No entanto, os autores concluíram que a desinformação e a cautela sobre a segurança da vacina podem ser uma das razões.

A pobreza e a dificuldade de acesso à saúde também podem explicar por que algumas crianças não são vacinadas a tempo. As crianças tinham menos probabilidade de seguir o esquema de vacinação recomendado se vivessem na pobreza, viessem de famílias negras ou multirraciais de baixa renda ou tivessem se mudado para outro estado, concluiu o estudo.

A localização também fez diferença, com as crianças do Nordeste mais propensas a atrasar as vacinas do que as de outras partes do país.

O CDC recomenda imunizações para prevenir 14 doenças infecciosas antes dos 3 anos de idade. São elas:

  • DTaP, para proteger contra difteria, tétano e coqueluche
  • Hepatite A, para proteger contra a hepatite A, que pode causar hepatite, doença hepática
  • Hepatite B, para proteger contra a hepatite B, que pode causar hepatite, doença hepática
  • Hib, para proteger contra Haemophilus influenza tipo B, que pode causar meningite, pneumonia e epiglotite
  • Influenza (a vacina contra a gripe), para se proteger contra a gripe sazonal
  • MMR, para proteger contra sarampo, caxumba e rubéola (sarampo alemão)
  • Pneumocócica (PCV), para proteger contra a doença pneumocócica, que pode causar meningite, pneumonia e infecções de ouvido
  • Pólio (IPV), para proteger contra a poliomielite
  • Rotavírus, (oral, não injeção) para proteger contra o rotavírus, que pode causar diarreia severa, vômitos, febre e desidratação
  • Varicela, para proteger contra a catapora

Tomar tantas injeções pode parecer muito para uma criança. Mas não há evidências de que as crianças têm maior probabilidade de ter uma reação a uma vacina - ou a várias vacinas de uma vez - quando são mais jovens. Atrasar as vacinas, mesmo que as crianças as tomem, ainda os coloca em risco de exposição a uma doença evitável.

Para obter uma lista personalizada e cronograma das imunizações recomendadas para seu filho, experimente nosso Programa de imunizações.

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Assista o vídeo: Nossa equipe conversa com médicos brasileiros que tomaram vacinas (Outubro 2022).

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